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Testando séries: Salem, Fargo e Penny Dreadful

Salem O chamado "Caça às Bruxas" em sua época mais fervente. A cidade de Salem em Massachusetts que ainda tem essa fama de cidade das bruxas. Seja como for, avaliando aqui apenas o primeiro episódio da primeira temporada, Salem tem tudo para ser grande. Várias passagens macabras e de  horror são executadas de maneira inteligente, mesmo que não sejam exatamente originais. Aqui temos uma cidade vivendo a histeria por conta de bruxas, e a qualquer sinal do sobrenatural, logo era atribuído a bruxaria e o suspeito era preso e enforcado ou queimado em praça pública. Mas a trama não é tão rasa a ponto de ter apenas isso, pois se aprofunda nos alicerces sociais da cidade de Salem. Bem produzido, dirigido e escrito, o episódio piloto me convidou a querer sim assistir ao seguinte. Se mantiver esse ritmo macabro, vai ser uma boa série a ser acompanhada.  Nota: 8,0 Penny Dreadful Uma série que me foi indicada e já me fisgou no primeiro capítulo. A série tem um sujo e d...

A Lei de Canon Law

Que bela surpresa essa HQ especial que saiu das barbas da Juiz Dredd Megazine. A edição especial que a Mythos lançou superou minhas expectativas e me deu um prazer que fazia tempo que eu não sentia, desde a primeira vez que li uma HQ de Preacher. Escrita por Mark Millar (em começo de carreira) e com arte muito competente de Chris Weston, A Lei de Canon é uma HQ divertida e pervertida sobre o Juízo Final. Canon Law é uma espécie de Dredd, mas vestindo batina, afinal, ele é um padre que faz parte de uma ordem que estava se preparando para o dia derradeiro da humanidade, que se revelou frustrante, pois o Criador não apareceu. A parir daí Law vai até o inferno para entender porque o Criador não deu as caras e enfrenta no inferno o capeta e um mundo hostil, claro. Cheio de tiradas sacadas e cenas chocantes provocadas pelo ótimo trabalho de Weston, esse especial já virou um pequeno xodó para mim. Em formato magazine, A Lei de Canon tem 100 páginas em papel LWC e capa couchê. Custa R$ 16,9...

Foto oficial de Mad Max 4 - Fury Road

Na verdade eu ainda não tinha visto quase nada desse novo Mad Max, que tá cabuloso, afinal, George Mille vem rodando esse filme desde 2012 com várias intervenções e ainda assim, o longa só irá estrear em 2015. Pra mim filme que os caras rodam em uma ano e o longa só vê a luz do dia anos mais tarde, tem algo de muito errado. Seja como for, aí está Tom Hardy (Batman- O Cavaleiro das Trevas Ressurgi) como o novo Max vivendo num mundo de dente por dente e olho por olho...! Gosto muito da trilogia Mad Max com Mel Gibson sendo que o segundo filme é o melhor pra mim. As lutas em carros sujos e adaptados para o deserto são o ponto alto dos filmes. Se esse tiver metade da adrenalina dos longas anteriores, tá valendo. O novo longa só terá vida mesmo em maio do ano que vem...

Coronel Telhada em Quadrinhos

Heh! Interessante essa proposta. Está chegando nas bancas de São Paulo e Rio de Janeiro uma HQ policial baseada levemente em contos cotidianos dos policiais da ROTA. A HQ conta com a colaboração do Coronel Adriano Lopes Lucinda Telhada, que teve a iniciativa de criar os quadrinhos com histórias dos PMs de rua e contou ainda com a revisão dos policiais para manter inclusive o formato mais real das histórias passadas na HQ. A arte da revista ficou a cargo de  Carlos Sneak do Atreyu Studios. A revista custa R$ 5,00 e tem 32 páginas em formatinho. No site do Universo HQ também tem uma entrevista bacana com o Coronel Telhada. Confira clicando AQUI .

Thor - O Renascer dos Deuses

O Thor nunca foi um personagem a ser cortejado por minha pessoa, mas é um personagem da Marvel que tenho certo apreço. Pode parecer paradoxiano, mas o personagem tem lá sua cota de boas e ótimas HQs. Infelizmente a fase escrita por Walter Simonson, uma das mais aclamadas pelos fãs, eu nunca li. Mas peguei outras boas histórias, principalmente desenhadas por Ron Frenz com arte-final de Joe Sinnott. Mas de fato, peguei pouco material do deus nórdico a não ser suas participações com os Vingadores. Fora isso, foi gato pingado, como se diz. Depois de uma fase em que todo o universo do Thor foi expurgado com o Ragnarok (essa fase inclusive eu acompanhei, mas não é lá muito boa), o personagem andou meio apagado da Marvel até o roteirista J. Michael Straczynski resolver trazer o Thor de volta num arco chamado de O Renascer dos Deuses. O roteirista consegue não apenas ignorar com maestria a fase anterior sem perder o fio do meado deixado, como consegue dar dramaticidade e profundidade c...

O fim dos programas infantis...

Quando eu era criança, na época que criança era criança lá na década de 1980 pra meados de 1990 (e anos anteriores), os programas matutinos eram em geral nas grandes redes de TV aberta dedicadas as crianças com desenhos animados e programas de palco que davam prêmios e conduziam uma geração infante. Programas como Clube da Criança, Xou da Xuxa, TV Colosso, Disney CRUJ, Clube do Carequinha e o Bozo foram os que mais me marcaram. Eram programas que tomavam até quatro horas diárias de jogos de palcos com prêmios diversos e desenhos animados, ou simples entretenimento. Os desenhos marcaram gerações inteiras acompanhadas de um merchandising enorme e que funcionava. Hoje os programas dedicados às crianças estão sendo extintos aos poucos nos grandes canais de TV aberta. Aqui em Fortaleza alguns canais mais locais ainda têm programas infantis ou quadros com desenhos variados, mas as TVs de alcance nacional estão limando os programas e dando espaço a ações de palco e marketing. Eu f...

Batman de Tim Burton: 25 anos!

E lá se vão 25 anos desde que Batman de Tim Burton foi aos cinemas. Quando o filme estreou no Brasil uma crescente "Batmania" se estendeu para todos os lados e mídias. Um sucesso daqueles de fazer filas e filas aos cinemas de rua. Um monte de merchandising foi realizado com vários brindes e uma série de produtos relacionados. Para um de quadrinhos então, era como se sentir rei no meio de tantos mortais querendo "idolatrar" um personagem que você já conhecia. Batman de Burton foi bastante questionado por reunir um grupo estranho de profissionais, a começar pelo próprio Burton. Então veio o baixinho Michael Keaton e o caldo entornou, no entanto, quando o filme estreia em 1989 vem junto com um sucesso estrondoso, muito faturamento e várias indicações a prêmios (técnicos) pelos Estados Unidos. O filme ainda conta com Jack Nicholson como Coringa numa interpretação elogiada até hoje e a bela Kim Basinger como o interesse romântico do herói. Na época do filme eu fiquei...