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Mostrando postagens com o rótulo Resenha Quadrinhos

Origens Secretas- Os Maiores Vilões de Gotham (resenha quadrinhos)

Origens Secretas- Os Maiores Vilões de Gotham   | NOTA: 🌟🌟🌟🌟🌟🌟🌟🌟 Roteiro:  Neil Gaiman ,  Alan Grant  e  Mark Verheiden. Arte:  Mike Hoffman ,  Sam Kieth ,  Kevin Nowlan ,  Bernie Mireault ,  Pat Broderick ,  Mark Buckingham  e  Simon Bisley   Editora: Panini Comics. Páginas: 92. Ano: 2017 . Preço: R$ 22,90 Esse encadernado de menos de 100 páginas é uma artigo bacana acerca dos bastidores da origem de alguns vilões do Batman ou pelo menos de algumas motivações. A publicação mostra um pouco sobre o Pinguim , Charada , Duas-Caras , Hera Venenosa e uma HQ retirada de Batman: Black And White em que o Batman e o Coringa vivem os bastidores de uma História em Quadrinhos como se fossem atores da mesma. O interessante desse especial é o tom apresentado aqui. Com certeza não é um quadrinho para leitores acostumados ao "feijão com arroz" mastigado, pois as HQs desse encadernado têm uma pegada mais l...

Os Novos 52 • Mulher-Maravilha Vol. 1 e 2 (resenha quadrinhos)

Os Novos 52 • Mulher-Maravilha vol. 1  | NOTA: 🌟🌟🌟🌟🌟🌟🌟🌟🌟 Por Brian Azzarello com artes de Cliff Chiang e Tony Akins   Editora: Panini Comics. Páginas: 164. Ano: 2016 . Preço: R$ 29,90 Não sou muito fã de Azzarello. O acho muito superestimado. A única coisa que li dele e gostei mesmo foi 100 Balas. Mas admito que Mulher-Maravilha do cara em Os Novos 52 é melhor do que eu esperava. Tava ali na fila desde 2016- sim, demorei mesmo pra ler por preguiça de pegar um run do Azzarello e por falta de tempo também- fui pegando por conta da boa receptividade dos fãs. Fase elogiada por muitos, a Mulher-Maravilha de Azzarello ganha bastante em agilidade de roteiro. Aqui o roteirista deixa o drama de lado e parte pros finalmentes. Aqui a Amazona acaba esbarrando numa jovem moça chamada Zola que carrega no ventre mais um "bastardo" de Zeus. Por algum motivo a mais, Hera o quer morto.

Resenhas de Quadrinhos: Batman/Flash- O Bóton, Renascimento Flash Vol. 4, Injustiça Vol. 6 e Os Novos 52- Aquaman vol. 3

Fazer aqui uma resenha mista pra passar logo o bastão. Ainda que “atrasado”, aí vai as resenhas do evento que levará a maxissérie Relógio do Juízo Final , um pouco de Flash de Renascimento, Aquaman de Os Novos 52 e Injustiça. Renascimento- Batman/Flash • O Bóton | NOTA: 🌟🌟🌟🌟🌟🌟🌟½ por Joshua Williamson e Tom King com artes de Jason Fabok e Howard Porter. De cara: não vale R$ 39,90 da capa dura. Não sei nem se vale R$ 17,90 da capa cartonada. É uma HQ com o pé no acelerador, mas com o freio de mão puxado. Começa bem, no entanto, não aproveita a oportunidade de criar mais e ao mesmo tempo que dá um passo pra frente, dá dois pra trás. Claro que não há grandes respostas aqui, isso eu já sabia, então não espere algo assim. Aqui é só um “esquenta” muito bem vendido pela editora.

Os Novos 52: Flash vol. 01 e vol. 02 (Resenha Quadrinhos)

Os Novos 52- Flash Vol. 1• Seguindo em Frente   | NOTA: 🌟🌟🌟🌟🌟🌟½ Roteiro: Francis Manapul e Brian Buccellato. Arte: Francis Manapul com cores direto no lápis de Brian Buccellato. Data de lançamento: Junho de 2015 Páginas: 196 Preço: R$ 29,90 Acabamento: Capa dura Editora: Panini Comics

X-Men´92 volumes 1, 2 e 3 (resenha quadrinhos)

X-Men'92 vol. 1 roteiro por Chris Sims e Chad Bowers e arte de Scott Koblish . Fez parte do... Dos... De um desses Guerra Secretas da Marvel. Comprei no impulso pela pretensa nostalgia, mas acabou sendo bom. Wolverine com dentes cerrados, Cable com uma arma que parece um ônibus, porrada de vilões clássicos, uniformes dos anos de 1990. Acabou sendo uma leitura descontraída. E bom trabalho de Scott Koblish na arte. Esse material era muito pedido pelos fãs dos X-Men, principalmente os mais nostálgicos pela série do inicio dos anos de 1990. A Panini trouxe meio que "de surpresa". O enredo coloca os X-Men em aventuras que mistura um pouco desse período com o de épocas mais atuais. O texto em alguns momentos fica truncado, mas acho que a proposta é mais ou menos essa mesmo, o de emular aqueles roteiros mais simplistas e até "burros" dos anos de 1990. Koblish tem uma arte mediana, mas que a medida que você lê, você acaba se familiarizando com aquela arte mais sol...

Ms. Marvel volumes 1, 2 e 3 (resenha quadrinhos)

Ms. Marvel vol. 1 • Nada Normal por G. Willow Wilson e Adrian Alphona . Quando li isso pela primeira vez eu fui imbuído do "hype" da época eu admito que fui com muita sede ao pote pra ler aquilo que todo mundo tava comentando como genial. Bem... Eu achei bom na época e só. Mas aí ainda comprei mais dois volumes, mas acabei encostando com os outros. Como resolvi ler todos, precisei reler o primeiro e novamente achei... Ok. Tem uma pegada meio que de Homem-Aranha dos anos de 1960 e de fato diverte. Sai do comum da época voltando ao "básico", mas não acho espetacular. Continuo achando bom, mas é só. O "problema" de trabalhos assim é que a mídia especializada precisa (ou quer) de vez enquanto criar uma obra genial pra poder falar. Talvez seja o caso de Ms. Marvel dessa versão. Volto a frisar que esse primeiro volume é sim legal, diverte e tal, mas é só. Já o trabalho de Alphona está diferente da época de Fugitivos, que pra mim era melhor. No entanto, esse...

Vingança e a Ascensão de Thanos (Resenha Quadrinhos)

Vingança de Joe Casey e Nick Dragotta . Esse encadernado eu comprei em 2014, mas só agora tirei pra ler. Tava bem empoeirado, devo admitir. Com o tempo, comecei a ler criticas divididas, mas mais pro negativo do que pro positivo e meio que por isso fui deixando pra lá. No entanto, pra minha surpresa, eu achei até boa. De verdade! Apesar de ter um final que destoa bastante, baixando a qualidade da minissérie. A trama acredito que se passe durante a saga A Essência do Medo (não peguei essa) e coloca jovens heróis que agem nos bastidores contra ameaças fora do comum. São super-heróis mais briguentos e boca suja, vilões que matam a sangue frio e um segredo que arremete aos alicerces da Marvel. A arte de Dragotta não deve agradar todo mundo, pois ele tem uma pegada mais grosseira, no entanto, funciona muito bem pra esse tipo de HQ. Uma pena ter um final tão a desejar. E um adendo: essa capa vende "meio errado" a coisa toda. Esses vilões que aparecem na imagem são coadjuvantes...

Capitão Feio- Identidade (resenha quadrinhos)

Quando a primeira Graphic MSP surgiu nas bancas, lá em 2012 com Astronauta- Magnetar (de   Danilo Beyruth e Cris Peter ), eu pensei: " Cara, que ideia espetacular ". E o que vinha pela frente com grandes nomes do quadrinho nacional, parecia promissor aos meus olhos. Isso vai funcionar , eu dizia pra mim mesmo. De lá pra cá muitos personagens da minha infância ganharam releituras diferentes por nomes diversos como Shiko , os irmãos Caffagi , Bianca Pinheiro ,  Paulo Crumbim com Cristina Eiko , e tantos outros artistas espetaculares. Uma empreitada como essa poderia com o tempo perder o fôlego, ou de repente não encontrar nomes fortes para dar continuidade aos sucessos em sequencia que o selo Graphic MSP vinha conquistando, mas não foi o que aconteceu. Cada novo lançamento constrói um pilar de qualidade na bem-sucedida empreitada que foi esse selo e isso só mostra o quanto nós temos de talentos em terra, de quantos roteiristas, desenhistas, arte-finalistas, colorista...

Palestina- Uma Nação Ocupada e Bad Boy (Resenha Quadrinhos)

Palestina • Uma Nação Ocupada de Joe Sacco é uma obra recomenda sem medo de ser feliz. Reportagens em quadrinhos não é algo inédito, mas foi a primeira que li há mais de dez anos. Sacco através de sua HQ conta como as coisas são na Palestina, seu dia-a-dia, as histórias por trás das histórias, pega depoimentos e faz tudo isso e mais de forma bem clara, com um ponto de vista vívido... Sua arte em preto e branco é espetacular! Poucos artistas conseguem trabalhar tão bem as hachuras com luz e sombra, numa narrativa bem fluida. Trabalho muito bonito. Mas o mais interessante, é mesmo o formato em que Sacco conta sua história. Com um traço na linha underground, o jornalista narra suas desventuras e frustrações em suas caminhadas por Israel e a Palestina, seus medos e por seus poucos momentos de humor, ainda que negro. Com uma narrativa forte, Sacco nos coloca lá dentro, no front, entre as famílias dos dois lados que passam por situações que não pediram. Há argumentos e contra-argumentos...

Renascimento Superman#01, Action Comics#01, Batman#01, Detective Comics#01 e Mulher-Maravilha#01

Voltei às revistas mensais, coisa que eu não fazia desde meados de 2014. Dos títulos lançados, peguei apenas Batman, Mulher-Maravilha, Superman, Detective Comics e Action Comics. Vamos até as resenhas: Superman # 01 por Peter J. Tomasi e Doug Mahnke (arte da primeira HQ) e Patrick Gleason (arte da segunda HQ). Li pouco o Superman de Os Novos 52, mas o pouco que li achei bem ruim. Principalmente o visual "moderninho" com aquele uniforme que mais parecia uma armadura colada criada por Jim Lee. Não sei em que direção esse aqui vai, mas já gostei. Ainda com resquícios cronológicos de Os Novos 52, esse Superman se sai muito melhor. Acho que mesmo quem não leu Superman- Lois e Clark (muito bom) ou o último encadernado com Superman- Fim dos Dias (que é ruim de doer) com suas últimas HQs no universo passado, vai conseguir curtir. Precisa-se entender que não é um reboot. Esse ainda é o universo de Os Novos 52, mas com outro status. O Superman daqui morreu, e o Superman que ...

O Poderoso Thor e X-Men: Filhos do Átomo (Resenha Quadrinhos)

Poderoso Thor • Em Busca dos Deuses (é o Vol. 16 da Coleção Salvat da capa preta) por Dan Jurgens e John Romita Jr. Lembro de quando essa série saiu logo após o fim de Heróis Renascem, ela fez um "sucesso considerado". Comecei a acompanhar nas edições da Marvel 2002 da Editora Abril, ela fora cancelada e veio a era da Premium, que eu cheguei a acompanhar um pouco emprestado de um amigo. Eu até gostei, mas não li muito. Acho que Jurgens tentou emular o trabalho dos quadrinhos clássicos do personagem de épocas em que Stan Lee e Jack Kirby criavam o universo Marvel. Mas Jurgens também coloca uma pitada de Superman de John Byrne. Eu li pouco essa fase do Superman de Byrne. Consegui umas edições aqui e ali, mas é bem verdade que Jurgens usa algumas referencias ao trabalho dessa época de Byrne. Tem até uma passagem muito semelhante entre as duas HQs em que o Superman passando por uma multidão de curiosos, é admirado pela sua altura e porta físico, e Jurgens faz exatamente igu...

Universo DC Renascimento- Com Spoilers (Resenha Quadrinhos)

Eu já tinha lido Universo DC Renascimento em scans na época em que saiu. Já ali eu vi que sim, era bom. Mas quando leio por scan, admito que fico meio deslocado, pois é muito desconfortável pra mim ler nesse formato, mais pela dor de cabeça me causa por conta do monitor. Agora que saiu em formato impresso pela Panini Comics, ficou mais tranquilo de analisar a HQ. E continuo com a mesma percepção: foi um gol descente que a DC Comics fez. A editora quando começou a iniciativa Novos 52, mirou novos leitores e a "atualização" de seus personagens. Isso na verdade trouxe uma série de confusões, personagens descaracterizados, baixa de vendas, títulos cancelados e pouca coisa se salvou dali. Antes de "rebootar" seu universo ou dar um novo ponto de parte, tanto DC como a Marvel sempre inventam um mega evento que estará atrelado a uma série de outra HQs e uma minissérie principal. Mas dessa vez a DC percebeu o cansaço que isso estava se tornando e resolveu fazer essa tran...

LJA- Liga da Justiça da América #01 a #10 (Resenha Quadrinhos)

Olhando assim parece bom...  Quando começou a sair no Brasil LJA de Bryan Hitch (abril de 2016) ela já estava, salvo engano, cancelada nos Estados Unidos. Só foi até a edição #09 (aqui até a edição #10, pois a versão nacional, a #09 da revista brasileira pula a #09 da americana que é editada na seguinte) e a DC cancelou o resto por dois motivos: atrasos do roteirista/desenhista Bryan Hicth e por conta de Renascimento , onde Hicth seria o roteirista! A Panini começou a editar por aqui e eu tive vontade de comprar a mensal, coisa que eu não fazia há quase dois anos por motivos diversos. O bem da verdade é que até que começa relativamente bem com uma ideia bem no estilo " Mark Millar " num formato grandioso e cinematográfico. A Liga da Justiça de Os Novos 52 de Bryan Hicth não se encaixa dentro daquela cronologia vigente e o que vemos é algo meio "solto". Vale dizer que já havia outra Liga sendo editado paralelo a essa. Então, logo temos um desafio em escala...

Era uma vez na América (Disney)

  Oi gente! Comentando aqui sobre mais um belo encadernado Disney! Neste, acompanhamos Mickey, Pateta, Minnie e até o Bafo-de-Onça pela história americana. A “aula” de história mais divertida, bolada na divisão italiana das empresas Disney. Uma ideia bem legal e lindamente executada. No passar de séculos, vemos a família Mouse vir da Inglaterra e crescer até chegar ao mundo de Hollywood. Vemos Mickey como repórter, piloto, guarda-costas, magnata, geógrafo... tem Mickey pra todos os gostos. As HQs foram muito bem escritas e, embora sejam realmente mais ficção que baseada em fatos, pode-se encontrar alguns detalhes legais sobre eventos reais, como a batalha do Forte Álamo (que eu sempre ouvi falar, mas não sabia mesmo o que era essa batalha). Desenhos lindíssimos aguardam o leitor. Das 14 histórias, 12 são assinadas por Masimo de Vita, um dos melhores desenhistas Disney, sem dívida! Quase 500 páginas de boas histórias pra quem tiver a sorte de adquirir esse grande trabalho! ...

KIMBA – O Leão Branco

E aí galera! Passando aqui rapidinho pra comentar um mangá que estava na fila. Mais uma criação do genial Osamu Tezuka , a história deste leãozinho é bem interessante (fato que não passou despercebido pela dona Disney). Kimba é o filho de Panja, leão branco que era uma espécie de anti-heroi da selva africana (não, este não vivia na savana). Alguns homens brancos e uma tribo local estão caçando animais na região, e acabam pisando nos calos do felino, que os enfrenta em diversas ocasiões. Os humanos acabam por sequestrar a parceira grávida de Panja, e ela dá à luz Kimba. Contar mais pode estragar alguns detalhes da história, então vou deixar pra quem não sabe, ir atrás de descobrir. Como em outras obras de Tezuka que li, o tom é leve e até infantil, mas nem por isso a história é ruim ou mal contada, longe disso. Um único momento me incomodou (quando os animais cantam), mas é coisa de adulto, provavelmente. Fora a história, o que tenho a comentar sobre a edição em si é o trabal...

Um brasileiro chamado Zé Carioca

Boa tarde pessoal! Quanto tempo não posto aqui, haha! Enfim, espero ter algo a dizer quando venho postar no Bueiro. Hoje eu terminei de ler este belo livro em quadrinhos e só tenho coisas boas a dizer sobre ele. A princípio, estranhei a capa: cadê aquela roupinha clássica do malandro, que nos foi apresentado lá naquele desenho animado com o pato Donald e um colega mexicano nos anos quarenta? "Alô amigos" mostrava o Zé com aquele visual que, embora legal, não condiz muito com o que o brazuca vestia nos anos seguintes. Aqui, nas mãos do roteirista Ivan Saidenberg (paulista) e do desenhista Renato Canini (gaúcho), o personagem que começou como "Joe Carioca" virou realmente o "Zé" que deveria ser. Quarenta e quatro HQs, em 350 páginas de acabamento luxuoso, nos levam aos anos 70 e à transformação do Joe no brasileiro Zé. A ideia da dupla de autores de mudar o visual dele faz todo o sentido do mundo, não só pelo estilo antiquado da vestimenta, mas pelo c...

20th Century Boys vols. 01 ao 05 (Resenha Quadrinhos)

Antes de ler essa resenha, um aviso: Spoiler médio . Se você ainda não leu e quer manter alguns segredos, passe direto. Bem... vamos lá. Eu comecei a ler esse mangá assim que começou a sair em bancas, mas como sua periodicidade era bimestral, admito que sempre voltava para a edição anterior antes de ler a edição nova. Eu acaba esquecendo o que tinha rolado em detalhes da edição anterior, o que no caso desse mangá, não é legal. O autor joga muito com flashbacks e muitos detalhes ficam nas entrelinha. Então parei e disse pra mim mesmo que só ia ler quando finalizasse. Bem, finalizei todo há algum tempo e agora estou finalmente o separando para a leitura. A primeira edição nos joga num mistério sobre uma ceita, amigos e assassinatos. Naoki Urasawa no coloca numa situação que ao mesmo tempo que parece infantil, nos arremete a responsabilidade de crescermos. Kenji e seus amigos tinham um grupo secreto em 1969 e de acordo com ele, o grupinho ao crescer se juntaria para defender o mundo...

Homem-Aranha: Azul, Mônica- Força, Cavaleiro das Trevas- A Última Cruzada, Star Wars- Darth Vader: O Nono Assassino (Resenha Quadrinhos)

Star Wars Legends- Darth Vader: O Nono Assassino . Roteiro de Tim Siedell e arte de Stephen Thompson e Iván Fernandez . Aqui um rico comerciante resolve empregar vingança contra Darth Vader por conta do assassinato do filho e depois de vários fracassos com diversos assassinos, ele encontra um que se diz o melhor e o coloca no encalço de Vader. Texto bom e arte que funciona. Bem... Apesar de não ser um especial de destaque, essa HQ ainda é melhor que a versão atual da Marvel para o sith. Vale lembrar que Legends vem da fase da Dark Horse onde Darth Vader não tinha títulos mensais e sim minisséries. O roteirista Siedell pra mim é um cara fraco e já li outros materiais dele, mas aqui até que faz um trabalho mediano.   NOTA: 7,0   Cavaleiro das Trevas- A Última Cruzada por Frank Miller , Brian Azzarello e John Romita Jr. O especial até começa bem, com aqueles textos cheios lembrando trabalhos dos anos de 1980 de Miller e mostrando um Batman cansado, cometendo...

Zetman Vols. #01 ao #04 (Resenha Quadrinhos)

Vou utilizar uma nova forma de resenhar por aqui baseado em pequenas resenhas que faço no meu Instagram e vou começar por minha leitura atual que é Zetman, mangá de Masakazu Katsura , o mesmo de Video Girl .   Zetman vol. 1 . Polêmico mangá que dividiu muitos fãs que curtem o quadrinho japonês. Vi muita gente que não gostou e poucos que gostaram. Esse primeiro volume eu curti normal. A ideia é boa e a condução também. Ainda que caia em clichês característicos, conseguiu me prender até o final e me chamou pra edição seguinte. Não é genial, não muda o universo, mas pelo menos esse primeiro, tá bom. E o traço de Katsura é espetacular! Muito, mas muito bonito. Prédios, cenários em geral, cenas de ação, retículas... Belíssimo trabalho. E ótimo trabalho editorial da JBC também. Caprichada a edição nacional e com páginas coloridas (pouquinhas, verdade). Na soma total... Tá bem pra mim.   NOTA: 8,0   Zetman vol. 2 . O segundo volume está redondo como o prim...