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Jumper (Cinema)

Quando você percebe que um filme é uma boa ficção científica? Bem, vai depender do tipo de expectador nerd que você é (mas isso não é regra). Existem ficções existênciais que te fazem pensar como 2001: Uma Odisséia no Espaço ; e aquelas bem mais galhofas e despretensiosas com o intuito de entretenimento fácil com uma linha bem reta como Star Wars (que eu sou fã desde pirralho, vale destacar). Mas tudo às vezes depende mesmo da visão de cada época. Hoje Star Wars dificilmente funcionaria com uma premissa tão rasa como foi há mais de 30 anos trás. Ou talvez sim, sei lá. Mas a nova trilogia de fato não funcionou nem de longe. Bem, Jumper cai na segunda categoria. Uma ficção simples de uma linha só. Como filme, ele é apenas mais um pra anteceder aos blockbusters que virão por aí como Batman, Homem de Ferro, etc. Como ficção ele falha por uma série de buracos no roteiro e na “matemática” dos poderes dos Jumpers. A pessoa que escreveu não tinha a mínima noção de física quântica. A história...

Tetris Humano

Isso é bem curioso. Quem nunca jogou Tetris na vida? Puta que pariu! Nos camelôs só o que tinha eram aqueles minigames com um joguinho e esse jogo era Tetris. Então, o suíço Guillaume Reymond catou 88 pessoas e filmou um Tetris humano. Com direito a musiquinha feito pela boca e tudo. Cara... é fantástico! É igual a um Tetris real. Esse povo é meio maluco mesmo. Tetris era um joguinho muito famoso nos tempos de Atari . Depois ganhou versões para SNES , Mega Drive e todos os consoles que vieram depois. Ainda é um jogo de raciocínio rápido e agilidade nos dedos pra num ter as peças detonadas no final.

Mundo bizarro!

Imaginem um personagem de ficção ultra-caricato visualmente. Agora imagine ele, mantendo todas as suas características “físicas” no mundo real. Acho que nos vem mil coisas na cabeça. Mas nada tão sinistro quanto isso! As feições “reais” de Homer Simpson e Mario (do jogo da Nintendo Mario Bros .) retratados com texturas humanas. Como se fossem pessoas no mundo real, mas mantendo seu visual do qual foram retirados. Bem... isso é o que vemos acima, numa produção do blog Pixeloo . Cara... é estranho pacas. Dá é medo! Hahahaha... nas ficou fantástico assim mesmo. Clique na imagem para ampliar.

A lua Titã pode abrigar vida?

Bem, bem, bem... o que sabemos é que nada sabemos de fato. Constatação meio idiota, mas óbvia. Não preciso ser cientista da NASA pra isso. Há tempos o homem tenta descobrir vida fora do Sistema Solar. Em outros mundos. Mas é sabido que algumas “esferas” do nosso sistema podem abrigar vida. Ou têm potencial para isso. É o caso das luas de Júpiter Calisto, Ganimedes e Europa, que contêm uma “combinação atmosférica” para tal. Recentemente, Titã, uma lua do planeta Saturno parece ter entrado para o holl da fama. A sonda Cassini em uma de suas passagens pelo planeta conseguiu alguns indícios de que Titã possa abrigar vida. A atmosfera da segunda maior lua do Sistema Solar é composta por organismos orgânicos (em geral hidrocarbonetos) o que faz dessa esfera uma Terra congelada como era há 4,5 bilhões de anos. Essas combinações jogam os cientistas de frente com várias possibilidades, que vêm aí possíveis oceanos na lua de Saturno o que poderia até resultar em pré-vida por lá. Como o nosso “ca...

Juno (cinema)

Um filme simples. A primeira vista ele é assim mesmo. Simples. E na verdade, não muda muito durante sua projeção. Uma guria engravida “sem querer” do melhor amigo. Ela tentar doar a criança a um casal de pessoas que detêm certo poder aquisitivo. Pronto. É basicamente isso. Mas tem um belo diferencial. Não é só uma historinha sobre uma guria que ficou grávida. É uma história sobre pessoas. Uma história escrita de forma a rodar naturalmente na mente de qualquer um. Algo sincero, que não tem a intenção de lhe ofender de maneira nenhuma. Não insulta a sua inteligência e ainda lhe dá margens para reflexão. Existe um equilíbrio sóbrio entre a comédia e o drama. Nem mais e nem mesmo. Os diálogos são rápidos, com um linguajar até chulo, mas que não soa forçado. E Juno, esse filme que causou tanto furor, é “apenas” isso. Um filme honesto. Nada de trejeitos bestas, cenas pra te fazer chorar ou papelão mexicano. Nada disso! É um filme que transcende esses clichês baratos usados em filmes doces. A...