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Caldo Nerd: Capitão América como Agente da Hydra, Rogue One, Injustice 2, Rebirth e mais...

Caldo Nerd com noticias rápidas e afins. Começando pela polemica envolvendo o Capitão América . Para comemorar os 75 anos do personagem, o herói ganhou novamente uma revista solo e voltou a ativa... mas agora descobre-se que o Steve Rogers é um agente da Hydra! A organização é dissidente nazista, o que trouxe um mal estar entre fãs causando protesto em redes sociais. Vale lembrar que Sam Wilson (Falcão) é o atual Capitão América depois que o Soro que dá juventude e força sobre-humana perdeu sua eficiência envelhecendo Steve Rogers. Com o final de Avengers Standoff (saga que foi finalizada) Rogers recupera sua forma e volta a ser o Capitão América... da Hydra! A ideia não foi bem vista e está causando efeito negativo. Em parte pode ser um jeito da Marvel tirar o foco de Rebirth da DC Comics . Não duvido nada. Seja como for, eu particularmente, achei bem apelativo, pra não dizer idiota. O jeito é esperar para o ver o desenrolar dessa comédia toda.  Já em Star Wars , boat...

Preacher- episódio piloto (Primeiras Impressões)

Há anos Hollywood tenta levar Preacher aos cinemas e depois de tudo, acabou na telinha- que eu particularmente até prefiro para poder levar com mais fidelidade a obra de Garth Ennis e Steve Dillon . Infelizmente "fidelidade" não é a palavra para o  produtor, roteirista, ator e diretor Seth Rogen (que fez aquela caca do Besouro Verde para os cinemas   tirando a essência do personagem). O piloto de Preacher adapta como uma sombra os primeiros passos do pastor Jesse Custer. O pano de fundo dos quadrinhos está quase lá, mas é na condução que esse piloto se perdeu. Não sei bem ao certo o que os caras (produtores) estavam pensando, mas na certa algo como "vamos mostrar logo carne" e muita coisa se adiantou antes do tempo. Algumas passagens de impacto foram perdidas e alguns personagens contidos. Veja bem: a violência dos quadrinhos está aí, mas a forma como fora reproduzida me pareceu "desesperado" para se vender. Todo programa de TV precisa ser um sucesso ...

Mississípi em Chamas, Tróia e Zerando a Vida (Resenha Filmes)

Mississípi em Chamas (Mississípi Burning- 1988) é um daqueles filmes que eu estava me devendo. O longa passou várias vezes na TV aberta- mais especificamente em "Super Cine" da Globo- e eu nunca tinha assistido e esses dias parei para vê-lo. O filme dirigido por Alan Parker já começa forte, com uma perseguição numa auto estrada. Você nota de cara que o filme tem uma lente diferenciada pela forma em que a fotografia é feita entre contrastes de preto e branco. A trama mostra os efeitos de um sumiço de três ativistas dos direitos civis no estado de Mississipi em 1964 que vivia segregada dividindo negros e brancos. O FBI é acionado para investigar o caso e é recebido tanto pelas autoridades locais quanto por sua população branca com resistência. Cabe aos dois agentes Rupert Anderson ( Gene Hackman ) e Alan Ward ( Willem Dafoe ) investigarem a fundo os ocorridos. O tema é forte e ainda muito atual. A direção é certeira e as interpretações de Hackman e Dafoe um d...

The Flash 1º Temp. (Resenha seriados)

Eu gostava muito de seriados. Ainda gosto, mas tenho preguiça de acompanhar, até mesmo pelo formato mais lento de acontecimentos e às vezes até arrastado. No caso de The Flash , eu passei batido por preguiça e olha que gosto muito do personagem. Mas resolvi parar para assistir e que belo seriado baseado em quadrinhos temos aqui. Muito provavelmente o melhor baseado em super-heróis. O programa é bem claro sobre aquilo que quer passar e seus produtores sabem muito bem de que fonte estão tirando, por tanto, existem bastante referencias aos quadrinhos do Flash e ao Universo DC como um todo. Ao longo dos seus 23 episódio Flash mostra o crescimento de Barry Allen  ( Grant Gustin ) de cientista forense com um trauma de infância quando sua mãe é assassinada até seu desenvolvendo como herói e como velocista.   A cada episódio o personagem dava um passo significativo para virar o herói da DC Comics que conhecemos nos quadrinhos e é incrível como os produtores co...

Capitão América: Guerra Civil (Resenha cinema)

Capitão América- Guerra Civil tem a mesma fórmula dos filmes anteriores da Marvel . Nada muda. Com exceção de que mesmo fazendo a mesma coisa, consegue sim tirar o coelho da cartola. Nesse caso, dois coelhos... ou uma "pantera" e uma "aranha". Guerra Civil é mais um filme padrão da Marvel, com as mesmas qualidades e defeitos. Não inova na forma de contar a história, mas consegue te prender. A parte técnica continua muito boa, ainda que alguns efeitos especiais ficaram a desejar- às vezes eram até grosseiros. A trilha sonora do filme não empolga, e tinha momentos que nem sentia a trilha soar por trás das cenas e isso às vezes faz a diferença. E um ponto a ser observado: a fotografia do filme é padrão, sem muito esforço. Está ali apenas para dizer onde é escuro e onde é claro para se usar as lentes. Mas esses sãos os pontos técnicos falhos, pois a diversão está garantida! O terceiro filme do Capitão América comando novamente pelos irmãos Joe e Anthony Russo é, mais...

Freaks and Geeks 1ª Temp. (Resenha Séries)

Um seriado de 1999 disponibilizado pelo Netflix me chamou a atenção pelo seu formato simples. Freaks and Geeks (traduzido por aqui como... aham... " Aborrecentes ") foi criado e produzido por Paul Feig e Judd Apatow , dois dos relativamente recentes donos do humor nos cinemas nos últimos anos. Não sou muito fã de nenhum dos dois, pois seu humor é do tipo que "fazer piadas com maconha e machismo" fossem realmente engraçado e inteligente... mas não é. No entanto, os dois acertaram muito em Freaks and Geeks. A série se passa no começo dos anos de 1980 e mostra um clichê clássico dos filmes oitentistas com os alunos que são problemáticos vs os alunos que são estudiosos. Até aí, nada demais. Mas as tramas sólidas com problemas comuns que todos enfrentamos em algum momento da nossa juventude nas escolas, quer seja aquele imbecil que resolve te bater todos os dias nos intervalos, ou aquele amor não correspondido, estão aí.   A trama joga a adolescente Lindsay Wei...

Geoff Johns assume o comando criativo dos filmes da DC

Batman vs Superman não foi o sucesso que a Warner gostaria que fosse. Na verdade, ficou bem abaixo do esperado, ainda que tenha sim feito bons números para o estúdio. O "problema" é que a Marvel tem feito mais sucesso tanto em crítica como em valores com seus filmes mais "coloridos" e com sua fórmula simples de "diversão + ação, dá um boladão (de grana)". O Universo Marvel nos cinema segue um esquema relativamente simples e de fácil absorção por qualquer expectador, para aquele que só quer sentar, comer sua pipoca, rir um pouco, ver boas cenas de ação e ir pra casa esperando o próximo. A DC vem numa pegada diferente, com filmes mais maduros, com textos mais rebuscados e cenas mais escuras. E isso parece que não está agradando muito. Tendo isso em vista, a Warner colocou Geoff Johns , que há anos dá o ritmo dos quadrinhos na DC e nas séries de TV, para chefiar o controle criativo dos filmes, que segundo ele daqui para frente serão mais " otimist...