Pular para o conteúdo principal

Resenhas de DC Comics: The New 52 (resenha quadrinhos)

Dois títulos fracos dentro do "rebootão" da DC Comics. Fico me perguntando quem foi o burro, cavalo, jumento que teve a ideia de colocar Scott Lobdell em cena novamente ainda mais num projeto tão arriscado como esse. É pedir pra se fuder, véio. Admito que essas duas edições foram ruim pra porra de engolir.

Novos Titãs #01
Eu posso resumir isso bem rápido: lixo! Que revista ruim, cara. Em tudo! Scott Lobdell de longe é o pior roteirista dessa série “The New 52”. Novos Titãs merecia uma pessoa mais capacitada para conduzir suas HQs até por conta da história que o título tem, chegando a rivalizar com os X-Men nos de 1980, coisa que poucos títulos conseguiam e ver um cara como Lobdell levar tudo para a privada é no mínimo triste. Primeiro vamos falar do enredo: amador. Texto amador, condução amadora, diálogos horríveis, e uma história muito ruim. A trama coloca Tim Drake, o Robin Vermelho, no caminho de uma organização chamada N.O.W.H.E.R.E. que vem catando jovens meta-humanos. Red Robin do nada é alvo deles e do nada também encontra a Moça-Maravilha, uma garota rebelde que rouba carros. Duas lutas sem graça acontecem, muito texto piegas e muitos clichês espalhados pelas páginas. Oh, céus! Onde a DC foi desenterrar o Lobdell, velho? Para piorar ainda: Brett Booth como desenhista; um típico artista da pior “Era Image Comcis”. Desenhos horríveis, aliados a uma arte-final muito ruim e uma trama pior ainda. Só perde para Lanternas Vermelhos. Essa nem com vela preta tem jeito. Uma revista que já nasceu “velha”e “datada” por uma era (Image Comics de 1992) que ninguém quer ver mais.

Primeira impressão quando olhei: Lixo.
Impressão depois de lida: Uma cagada!

Superboy #01
Eu deixei pra resenhar essas duas HQs juntas por que elas estão interligadas por suas tramas. Mas foi um alfinete no olho sem anestesia ler duas HQs escritas por Scott Lobdell seguidas. Ainda mais no PC! Oh, céus! Hehehehe! Ao contrário de Novos Titãs, a revista do Superboy é menos ruim, até por conta da arte regular de R.B. Silva, que consegue tirar menos a ideia de megalomania que Lobdell tem, mas não se engane: é uma revista muito ruim também. Muito texto e pouco conteúdo é que vem dessa revista. Parece que Lobdell engatou o “espírito Michael Bendis” de fazer diálogos descolados, mas no caso do Lobdell, sai uma coisa que pode ser descrita como disco arranhado e peido no elevador. A história é sem eira e nem beira, sem pé nem cabeça, não tem fundamento, alicerce lógico ou diálogos interessantes. Se não fosse pelo bom trabalho de R.B. Silva e Rob Lean, a edição seria um completo desperdiço de páginas, ainda que algumas páginas sejam medianas. Posso dizer que é mais título que não vale nem o papel que é impresso. Merecia um tratamento mais apurado.

Primeira impressão quando olhei: Ruim.
Impressão depois de lida: Ruim.

Comentários