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Falando de X-Men

Eu ia falar dos novos lançamentos da Marvel se tratando dos X-Men, mas resolvi apontar para outro foco: o que diabos acontece ali? Eu gosto dos X-Men. Sempre gostei e admito que a série animada me influenciou a isso, claro que depois comprei revistas em sebos e comecei a colecionar as revistas mensais que saiam no Brasil. Mesmo com tanta história, ainda era possível ler X-Men. Hoje para leitores novatos é impossível, e mesmo para mim, acompanhava X-Men e leio quadrinhos, ainda é complicado. Os mutantes passam por tantas fases, sagas, arcos, e têm tantos títulos, que fica difícil para qualquer um acompanhar isso da forma certa e pior: fica difícil entender também. O problema da Marvel com os X-Men vem dessa péssima mania de querer ter títulos demais com os mutantes, exacerbando os personagens. A Marvel não carece de um “reboot” fodinha com a da DC Comics, pois tem um Universo mais conciso, no entanto, precisa rever urgente a linha “X” que é um pandemônio.

Só o Wolverine aparece em no mínimo uns 5 títulos diferentes e o Deadpool ganhou um destaque inadequado para a proporção do personagem. Cable então nem se fala: morre, volta, volta e morre! A única forma de se conseguir acompanhar esses mutantes é concentrar força em no máximo três títulos e se possível independentes um dos outros até onde der e esses sim, tomar um “reboot” disfarçado- isto é, zerar essas sagas intermináveis e se concentrar em um terreno de no máximo 50 metros quadrados (hipoteticamente falando, claro). Dito isto, a Marvel irá lançar Uncanny X-Men em nova fase com o Ciclope como líder e Wolverine and X-Men em seguida com o “super mutante canadense descolado, o radical Wolverine- uhhh” como líder dessa equipe. Infelizmente as duas já estão em “super-sagas” e nem começaram ainda.

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